Dia 12 - 29/12/2017
E
chuva... dá-lhe chuva. A noite toda.
Acordamos pela manhã com chuva. Claro, traiamos as motos e saímos. Embaixo de chuva muita chuva.
Fomos até Osorno e depois Entre Lagos - Puyehue.
Acordamos pela manhã com chuva. Claro, traiamos as motos e saímos. Embaixo de chuva muita chuva.
Fomos até Osorno e depois Entre Lagos - Puyehue.
Uma pena. Uns
lugares lindos que poderiam ter sido bem aproveitados, mas que pelo tempo não
conseguimos ver nada.
Circundamos um lago e céu cinza ou negro e cai água.
Circundamos um lago e céu cinza ou negro e cai água.
Pegamos a estrada q vai pra aduana do chile, Paso Cardenal Samoré.
De Entre Lagos ate a aduana são mais ou menos uns 40 km.
De Entre Lagos ate a aduana são mais ou menos uns 40 km.
Essa estrada
deve ser muito linda, mas infelizmente o tempo atrapalhou tudo hoje.
Chegamos
ao Paso com uma fila enorme.
Demos uma de desentendidos e fomos com as motos até a entrada da aduana... fizemos o primeiro trâmite, de saída do veículo do Chile.
Demos uma de desentendidos e fomos com as motos até a entrada da aduana... fizemos o primeiro trâmite, de saída do veículo do Chile.
Final da importação temporária.
Depois, nossa saída do Chile. Tudo muito rápido e muito atenciosos.
Pegamos a estrada de novo e daí se anda 38 km mais ou menos pra chegar a aduana Argentina. Aí tinha gente... vixe... Demos de desentendidos de novo.
Depois, nossa saída do Chile. Tudo muito rápido e muito atenciosos.
Pegamos a estrada de novo e daí se anda 38 km mais ou menos pra chegar a aduana Argentina. Aí tinha gente... vixe... Demos de desentendidos de novo.
Fizemos entrada rápida e tinha um fila monstro pra entrada do veículo.
Aguardamos e fizemos os trâmites. Porém no guichê do Sadan deram um papel que
não me foi dado. Voltei ao guichê e mostrei ao oficial. Rapidamente ele
imprimiu e me deu. Se eu não cobrasse quando fosse sair da Argentina obviamente
ia dar problema.
Mas tudo certo. Saímos e pegamos a estrada. E chuva que não
tinha fim. Passamos por Villa la Angostura embaixo de uma água que dava dó.
Continuamos em frente e minha moto começou a falhar. ATENÇÃO e tensão... esquentou bem o motor e já era.
Continuamos em frente e minha moto começou a falhar. ATENÇÃO e tensão... esquentou bem o motor e já era.
Então blz... chegamos a Bariloche
após um vento lateral e de cauda que dava até medo. Isso nos espera, quando voltarmos aqui com destino a San Martin de Los Andes.
Bariloche está muito mudada de quando a conheci há muitos anos atrás... está muito
maior. Irreconhecível.
Chegamos ao hotel reservado. Outra decepção. Pensa num lixo de hotel.
O wifi não funciona. Queríamos falar com as nossas mulheres e
não conseguimos. Não tem garagem. Enfim... Depois de muito conversar optamos em
cancelar a reserva de 05 de janeiro. Usei o hot wire de novo...vamos ver o q vai
dar.
Daí conversamos e decidimos dormir lá mesmo hoje.
Mas amanhã vamos mudar de hotel.
Vamos para outro porque ninguém merece ficar em espelunca.
O que me chama a atenção mais uma vez e que está tudo muito decadente aqui na Argentina. Pena... aqui era muito lindo.
Mas amanhã vamos mudar de hotel.
Vamos para outro porque ninguém merece ficar em espelunca.
O que me chama a atenção mais uma vez e que está tudo muito decadente aqui na Argentina. Pena... aqui era muito lindo.
E fazer reserva de hotel pelo Booking dá nisso. Não gostei dos serviços prestados.
Encontramos com um curitibano num posto de
gasolina que estava indo embora. Reserva pelo airbnb e teve a casa arrombada
ontem. Optou em cair fora... não está nada fácil aqui na Argentina.
Conseguimos um estacionamento para as motos até o dia de irmos embora. Deixamos as motos lá, com muita segurança e voltamos ao hotel.
Bariloche continua
linda... Jantamos no Boliche do Alberto... uma casa de pastas muito requisitada
daqui. Esperamos uns 40 minutos. Comida maravilhosa. E o melhor, por um preço justo.
Esse foi nosso trajeto até Bariloche. Muita chuva, muita fila e muita chateação. Mas não conseguimos fotografar quase nada. Faz parte.


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